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Azeite extra virgem, só que não!

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42 comentários

  1. Olá, gostaria de saber qual fonte você usou para saber as marcas aprovadas, pois na página do Proteste menciona apenas as reprovadas.

    Por Lorena | novembro 12, 2013 às 12:14| Responder
    • Puxa, vc. não leu a matéria toda….cita as marcas aprovadas sim! Releia!

      Por Lucia Farias | agosto 12, 2014 às 19:39| Responder
  2. Por Lorena | novembro 12, 2013 às 12:16| Responder
    • Valéria

      Magina, Lorena!
      E obrigada por compartilhar :)

      Por Valéria | novembro 12, 2013 às 12:34| Responder
  3. Olá, gostaria de salientar que qdo aparece a matéria no face, antes de abri-la, a marca que fica em evidência é a Andorinha e junto a marca aparece o título, se a pessoa não abrir para ler a matéria toda fica parecendo que a marca andorinha que é a “falsificada”, o que não é verdade pelo que li… Nem todas as pessoas abrem a matéria para ler e isso pode causar equívocos… Sugiro trocarem a marca que fica em evidência para uma das marcas que tiveram problemas.

    Por Michelle Aleixo | novembro 13, 2013 às 12:38| Responder
    • Valéria

      Oi, Michelle,
      Super importante sua observação!
      Já tinha visto este erro, retirei as imagens e coloquei novamente, mas infelizmente, o azeite Andorinha continua como a foto que sai nas redes sociais.
      A escolha é randômica do WordPress e, sinceramente, não tenho conhecimento maior para ajustar este equívoco.
      Agradeço por ter observado e postado por aqui.
      Um beijo!

      Por Valéria | novembro 13, 2013 às 13:25| Responder
      • Esta aparecendo do Galo agora

        Por Andrea Buson | agosto 6, 2014 às 14:42| Responder
  4. Há algo de muito errado nesse teste e ninguém fala nada, ou ninguém quer falar nada. Como é que o produto pode atender com nível muito bom em Acidez e ser fraco e eliminado em análise sensorial. Ser melhor ou pior até que vá lá, mas tanto assim, só me faz pensar que algo está errado. Especialmente ao ter em mente que um dos melhores no teste foi o do Carrefour, o qual nem se sabe de onde é e será envasado onde for mais barato para eles.

    Por Theles | novembro 14, 2013 às 04:10| Responder
    • Theles, se você olhar o rótulo do azeito Carefour você tem lá o CNPJ da empresa que fabrica o mesmo.
      Um erro muito grande que as pessoas cometem é ver um produto com o nome do supermercado e achar que é ruim, quando na verdade ele comercializa um produto de qualidade e que muitas vezes pode ser fabricado pela mesma marca que você mais gosta e nem sabe. O produto sai com preço mais em conta por não ter a marca original.
      Fique de olho nisso, confira o CNPJ e consulte na internet, é fácil saber o nome da empresa que fabrica o produto e descobrir a origem do mesmo.
      Abraços

      Por Rogerio | dezembro 7, 2013 às 12:04| Responder
  5. Eu já sabia !!! Não leve azeite “Gatto” para casa kkkkkkkk

    O brasileiro só se lasca, em tudo que é alimentação.
    O azeite vendido em Portugal é diferente do vendido aqui, de mesmos rótulos. Isso porque o que é bom, eles consomem e o que sobra ou é desprezível é enviado para “exportação” para o Brasil.

    Até as empresas brasileiras tratam mal o seu povo pois a empresa que valoriza o rótulo “qualidade de exportação” diz que o melhor daqui, vai para fora…

    Boicota Brasil !!!

    Por Fernando | novembro 14, 2013 às 09:32| Responder
  6. Olá,
    Acho legal a matéria,extremamente pertinente e colabora com informação pública para a população.
    Porém, associaram a um título negativo da reprovação de alguns azeites o azeite Andorinha que passou nos testes. Acho que isso deveria ser corrigido…
    pois está pegando mal.
    Vcs deveriam associar a marca Galo que não passou, se fosse para pegar alguém de peso e conhecido.
    Favor considerarem a correção

    Por Marcus Cesar Rioli | novembro 14, 2013 às 10:32| Responder
  7. No meu post anterior, esqueci de avisá-los que isso ocorre qdo copiamos o link para postar no Facebook…
    Acho isso uma “armadilha” infeliz, caso tenho sido feito com ciência

    Por Marcus Cesar Rioli | novembro 14, 2013 às 10:34| Responder
    • Valéria

      Olá, Marcus
      Primeiramente gostaria de deixar claro que em momento nenhum houve “armadilha”.

      Acontece que a escolha das imagens do WordPress é randômica. Como você pode perceber, não há mais a foto do azeite Andorinha no post e nem no update dos arquivos do blog.

      Mas a imagem continua quando compartilhada no Facebook e acredito que isso tenha a ver com o cache da própria rede social. Sou uma “aventureira” e cuido sozinha de todas as partes do Comendo com os Olhos e não sou expert (não manjo mesmo) das configurações para arrumar este equívoco em um ambiente onde eu não tenho acesso, infelizmente.

      As informações deste posts foram compiladas com pesquisas e com referencia principal no site da Proteste.

      No momento, o conhecimento que posso dividir com vocês, é como compartilhar o link e escolher a imagem vai aparecer:

      1. Copie o link e cole na sua Timeline
      2. quando a imagem e as informações aparecerem, antes de publicar, perceba que logo do lado do quadradinho da imagem do azeite Andorinha, há duas flechas <> onde há a opção de escolher qual a foto que vai aparecer quando você compartilhar o link.

      E esta dica você pode usar para qualquer link que você compartilhar nas redes sociais.

      Um abraço,
      Valéria Scavone

      Por Valéria | novembro 14, 2013 às 12:09| Responder
  8. Esse post chegou ate o departamento reaponsavel da Bunge foods. Remova qualquer vinculo ao Andorinha e Cardeal

    Por emerson | novembro 14, 2013 às 13:16| Responder
    • Valéria

      Olá, Emerson
      Poderia, por gentileza, nos dizer por que é necessário retirar as informações relacionadas aos azeites Andorinha e Cardeal?
      Estas duas marcas estão entre as oito das 19 testadas que respeitam as leis e são verdadeiras em suas composições.
      Acho relevante deixar aqui no Blog Comendo com os Olhos os nomes que realmente são sinceros e transparentes com os consumidores.

      Por Valéria | novembro 14, 2013 às 21:02| Responder
  9. Visitei Portugal,por duas semanas e fiquei surpresa com o sabor do azeite Galo que consumi por lá! Completamente diferente do que consumimos no Brasil. Há muitos anos sinto que o azeite galo nao tem o mesmo sabor de 30 anos atras!
    Concordo com o Fernando,pra nos vem o desprezível.
    Gostei do blogue! Gostaria de saber sobre outras marcas,como,Maçarico,Castelo da Beira,La Masia,são saborosos textura aveludada e também o Galo 0,2 de acidez cujo rotulo no lugar do tradicional galo tem como símbolo um pintinho amarelo!

    Por Monica PFI Meyrelles | novembro 15, 2013 às 23:48| Responder
  10. Minha sugestao foi remover a foto do Andorinha vinculado com a mensagem negativa de qualidade
    Quem nao le a materia associa a imagem errada

    Por emerson | novembro 18, 2013 às 13:57| Responder
    • Valéria

      Olá, Emerson.
      Já tínhamos tomado as devidas providências quanto ao erro lamentável da escolha randômica de imagens do sistema do wordpress.
      A imagem do Andorinha não está mais no post nem nos uploads do blog mas, infelizmente, continua no cache do Facebook quando o link é compartilhado.
      Um problema que não está mais ao nosso alcance.
      Proponho fazer uma nota especial para a Bunge Foods e reparar, de alguma forma, o equívoco cometido com o azeite Andorinha, mesmo que sem nenhuma intenção de passar uma imagem negativa da marca.
      O que você acha?

      Por Valéria | novembro 18, 2013 às 14:14| Responder
  11. Que vergonha em Sr. Galo tão querido Amado e Desejado, agora nunca mais!

    Por Olinda L S Amaral | novembro 19, 2013 às 17:45| Responder
  12. Gostaria de fazer uma observação: Qualitá é uma marca do Grupo Pão de Açúcar que é distribuidor, eles não fabricam nada. Portanto, se a marca Qualitá é boa, tem que colocar o fabricante do produto. São meros distribuidores. Deu pra entender? No caso do Carrefour é a mesma coisa, ele é distribuidor. Se tiver como, poderia acrescentar quem é o fabricante dos azeites que a Qualitá e o Carrefour representam. Na lata tem a informação. Um abraço, Mônica

    Por Mônica | novembro 19, 2013 às 18:18| Responder
  13. Aí alguém pode me tirar uma dúvida? Isso não ilegal vender uma coisa, falando que é outra? Não tem como os consumidores que compraram esses produtos entrar com uma ação na justiça? Pedindo pelo menos uma retratação e um pedido de desculpas para os consumidores brasileiro?

    Por Elias | novembro 21, 2013 às 18:45| Responder
  14. e o portugues Andorinha ?

    Por diego | dezembro 2, 2013 às 20:32| Responder
  15. eu comprei um azeite extra virgem da marca qualita ,e e impossivel utiliza-lo ,pois e super amargo ,estraguei todo o peixe que estava fazendo ,porque usei este azeite pra grelar o peixe .e o pior que liguei pra reclamar e nada foi resolvido.

    Por samanta | dezembro 3, 2013 às 21:44| Responder
  16. Isto se chama brincadeira de mau gosto, a primeira que me chamou a atenção foi que todas as marcas de azeite que são só meros rótulos (carrefour, Qualitá e outros) só esses passaram…kkkkk dá vontade de rir, eles simplesmente mandam vir o azeite e fazem o engarrafamento aqui e ficam todos a saber que o azeite que vem livre para engarrafamento é o pior que tem , eu já trabalhei no azeite galo em Portugal e sei o que estou a falar , segundo quando falam que o azeite extra virgem tem que ter 0,8% de acidez no máximo 2% outra mentira. o Extra Virgem vái no máximo a 0,5% se for mais já não é extra virgem . E se essa história tiver um pouco de realidade, mostrem a cara e falem ai quem está por trás dessa história.

    Por Vitor Brás | dezembro 4, 2013 às 20:18| Responder
    • Vitor, você leu errado a matéria.
      “Para ser considerado extravirgem, o azeite tem que conter no máximo 0,8% de acidez enquanto que o limite do virgem é de 2%. Passando desta porcentagem de acidez, é azeite comum ou nem isso.”

      Por Rogerio | dezembro 7, 2013 às 12:09| Responder
  17. Vitor tem razão quanto a acidez do extra virgem que deve ser no máximo 0,5%. Agora eu fiquei preocupado e decepcionado porque o azeite Galo é uma referência de qualidade. Pena que no Brasil, não exista uma política séria de proteção ao consumidor, principalmente no que refere ao lixo importado dos países “amigos” do PT-CB

    Por louGalvão | dezembro 7, 2013 às 02:52| Responder
  18. Voce sabe como saber se o azeite é bom ? Um Extra Virgem ? Então vamos lá .

    1- Voce pega em uma colher de sopa , coloque o azeite a ser testado .
    2- Não deixe a boca cheia de saliva ( seca a boca ).
    3- Coloque o azeite na boca e não engula , encline a cabeça para cima a ponto do azeite parar na garganta , nao engula , segura por uns 15 a 20 segundos .
    4- Após esse tempo voce deve engolir .

    Resultado :
    1- Se voce sentir um ardume , Esse azeite e de boa qualidade , quanto mais ardume , melhor o azeite .

    2- Se voce nao sentir nada de ardume ou muito fraco , então este azeite não é de boa Qualidade .

    OBS: Aprendi a fazer isso com um amigo quando estive em Israel .
    O Azeite bom chega dar até tosse e coça a garganta .

    Dirceu Viceli

    Por DIRCEU | dezembro 12, 2013 às 14:01| Responder
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    Por WilliamPi | fevereiro 2, 2014 às 01:07| Responder
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  22. Por Azeite! | Alberto Vi | agosto 6, 2014 às 07:50| Responder
  23. Agora sei pq motivo qd Papai tinha um bom azeite , dava um furinho micro na lata.

    Por Ronaldo Torres de ol | agosto 6, 2014 às 15:09| Responder
  24. […] o Comendo com os Olhos republicou a matéria que fala do teste feito em azeite extra virgem realizado pela Proteste em 2013. Em suma, o post diz que das 19 marcas testadas, apenas 8 são […]

    Por Comendo com os Olhos | agosto 7, 2014 às 22:14| Responder
  25. Não sei qual o seu interesse em denegrir a marca Gallo, nem é do meu interesse, porém , defendê-la. Se o seu erro e devido ao resultado da pesquisa da Proteste,então ela deveria reavaliar e não editar resultados enganosos. Ou talvez o seu erro, assim como acontece com a maioria dos brasileiros, seja de interpretação. A garrafa mostrada na imagem e de fato apenas virgem, com1,5% acidez como está no rótulo “VIRGEM EXTRA” (não sei porque extra). O azeite Gallo com o rótulo “EXTRA VIRGEM”, è de fato extra virgem com 0,5% de acidez. O consumidor vai ter que prestar atenção a esse pormenor no momento da escolha.

    Por Antônio Jorge | agosto 8, 2014 às 16:14| Responder
  26. Quem encomendou a pesquisa????????Isso é importante!

    Por Lucia Farias | agosto 12, 2014 às 19:41| Responder
  27. Gostaria se saber qual a marca de azeite de oliva que tem gosto de oliva. Só isso.

    Por ivo | agosto 12, 2014 às 21:45| Responder
  28. Prezada Valéria, bom dia.

    Sou um apreciador do bom azeite, embora não tenha a capacidade de analisar pelo paladar ou pelo aroma, a qualidade do azeite.
    Eu sempre compro novas maras para experimentar, e posso dar alguns nomes de marcas , e gostaria de um parecer seu, são elas: Azeite Bom Dia (Portugues), Azeite Renata, Azeite Oliva D’oro (Italiano), Azeite Terre Di ari, Azeite Báltico ,Azeite Terrano.
    Dessas marcas citadas eu particularmente e independente da acidez, eu gostei muito.
    Agora, existem no mercado alguns “Azeites” que eu estive pesquisando e soube que são òleos vegetais (soja e outros), misturados com uma substância chamada de “Lampante” que é o resultado do cozimento do mosto e resíduos do caroço da azeitona , que são submetidos a altas temperaturas de onde se origina um óleo grosso e escuro que depois de misturado e adicionados outros tipos de substâncias como clarificante e etc, são comercializados como Azeite Virgem e Extra Virgem , pois são qualificados pela baixa acidez, em consequência desta mistura, isso procede? Abraços.

    Por valdecir antonio mun | agosto 13, 2014 às 08:54| Responder
  29. O que mais incomoda é que ninguém pública a data em que pesquisas como essas foram feitas, o que fere o princípio fundamental da notícia: data, local, agente, fato e razão…

    Dizer que é “recente” ou publicada na “grande imprensa” é leviano se não informada a fonte.

    Lembrem-se: o que temos disponível na internet nem sempre possui fidedignidade. Cabe a nós a apuração e opinião.

    Por Leandro | agosto 15, 2014 às 08:51| Responder
    • Valéria Scavone

      Oi Leandro,
      se você clicar em “via” no final do post, verá a data da publicação feita no site da Proteste: 25/12/13
      E, segundo a mesma fonte, as informações continuam válidas quanto aos azeites aprovados e reprovados.

      Por Valéria Scavone | agosto 15, 2014 às 18:25| Responder
  30. eu achei bem interessante esta matéria .Mais interessante ainda como aspessoas são burras para comentar .
    Ao Antonio jorge , fica meu comentário de que ela postou as informações obtidas do site proteste . não está denegrindo ou exaltando marca nenhuma .E a informação virgem extra ou extra vurgem , segundo a NOSSA lei de proteção ao consumidor , o rótulo deve ser CLARO O SUFICIENTE para que possa ser compreendido e não hajam erros de interpreteção.
    À Monica e Elias , não é ilegal este tipo de comercialização,pois o distribuidor compra o DIREITO de revender o produto do fabricante com sua marca.Experimentem pegar o café em pó e o café solúvel destas distribuidoras,e comparar com outros de marca..terão uma surpresa…
    E àquele outro mais acima,não vou nem comentar tamanha burrice…..

    Por gordone | agosto 19, 2014 às 08:48| Responder
  31. Caros, não somente o azeite, mas outros fabricantes não possuem o mínimo respeito ao consumidor. Vejam, por exemplo os chocolatrs Nestlé comercializados aqui e o que se comercializam nos free-shopps e exterior. Verão uma grande diferença. E que não me venham falar do custo Brasil, pois tem muito chocolate importado barato que dá um banho nos daqui.

    Por Marcos | agosto 24, 2014 às 10:02| Responder
  32. Querem azeite de verdade vejam o site da Companhia do Azeite. É um clube dos amantes desse produto. Ai sim azeite de supermercado nunca mais. Azeite não pode ficar exposto a luz e nem ao calor. O vidro deve ser escuro e tem que ter data de fabricação recente. Hoje o Chile tem um dos melhores azeites do Mundo.

    Por Francisco V de S Cun | janeiro 31, 2015 às 17:13| Responder

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